dezembro 11, 2016

Olár, mundo!

Quanto tempo eu andei sumida, não é mesmo? Mas vocês já estão acostumados com meus sumiços constantes, então deixemos isso de lado e pulemos para a parte onde eu explico o post de hoje.

Bom, no post de hoje eu resolvi trazer, não só uma, mas três playlists com as trilhas sonoras de filmes que, podem não ser muito bons, mas que me conquistaram pelo ouvido! Haha Então chega de enrolação e simbora!

1. Megamind (Megamente)

A primeira playlist é de uma animação da DreamWorks – que por sinal já recebeu ótimas críticas – e que me surpreendeu bastante pela quantidade de rock clássico colocada na trilha, o que não é muito comum em um filme infantil, convenhamos.

2. Suicide Squad (Esquadrão Suicida) 

Bom, esse filme vocês já conhecem (já até fiz resenha crítica sobre ele por aqui) e provavelmente devem conhecer a trilha sonora também. O legal dessa playlist é que ela é composta por músicas já conhecidas, mas também possui uma grande quantidade de trilha original composta só pro filme.

3. The Perks of Being a Wallflower (As Vantagens de Ser Invisível)

O que falar sobre essa trilha sonora? Acho difícil encontrar alguém que já não tenha se apaixonado por ela (e aqui eu incluo pessoas que nem sequer assistiram ao filme) então vou logo colocando a playlist aqui!

 

Então é isso! Tem alguma trilha sonora que te fez terminar o filme apaixonado e sair correndo pro Spotify criar uma playlist? Comenta aqui! Haha

Beijos! <3

Postado por:
Maria Helena

Postado em: CinemaMúsica

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novembro 03, 2016

Cansei. Cansei de escrever sobre você. É até difícil lembrar da época em que você não era a inspiração dos meus textos. Muitos não são pra você, mas quem é que pode ter certeza? Acho que nem eu consigo distinguir. Mas deixa pra lá, porque a questão aqui é: você não preenche mais minhas palavras. Então é isso, o blog acabou.

O blog acabou? Não! Posso escrever sobre muitas coisas. Posso escrever sobre o tempo, sobre a natureza e como a vida me faz ser grata por existir. Posso escrever sobre a história do Brasil e recontar diversos boatos que eu ouvi por aí. Posso escrever um diário, um conto, uma crônica, uma fábula e – não duvide – até mesmo uma receita de bolo que eu aprendi na semana passada que, modéstia parte, ficou uma delícia.

É… eu posso escrever sobre tantas coisas que nem iam caber aqui. Pode ter certeza que eu tenho uma lista imensa intitulada: “Coisas que não são você” e elas dariam ótimos temas para meus futuros textos. Mas ainda assim você continua aqui, esparramado nas entrelinhas de todos os meus textos. Porque eu posso escrever sobre as melhores coisas do mundo, e de repente eu até ganho mais leitores porque a verdade é que ninguém mais aguenta te ler por aqui. Mas a verdade? A verdade nua e crua? É que eu ainda escolhe escrever sobre você. Porque, no fim do dia, nem uma delas vai me mandar mensagem dizendo: “Ei! Eu li aquele texto e eu sei que foi pra mim”.

Postado por:
Maria Helena

Postado em: Textos

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agosto 29, 2016

Oi, estou passando aqui só porque queria dizer que eu sou bonita. Sim, eu sou bonita. Com todos os meus defeitos, com todos os pequenos detalhes que, podem não ser exatamente do jeito que eu gostaria que fossem, mas que me tornam quem eu sou. E digo mais: eu não sou bonita só por fora não, sou bonita por dentro também! A cada dia que passa eu me acho mais bonita e não tenho receio de dizer isso. Claro que não é sempre assim… quantas vezes a gente se olha no espelho e pensa: “poxa vida, eu queria ter a barriga chapada” ou “eu queria ter as pernas mais grossas”. Quantas vezes a gente se pega olhando o Instagram de alguma famosa, desejando ser só um pouquinho mais parecida com ela? Ninguém é perfeito, é inevitável alguém passar a vida inteira sem desejar mudar uma coisinha sequer, todo mundo olha pra si mesmo e encontra  uma falha aqui e outra ali, mas isso não quer dizer que você não possa aprender se amar exatamente como você é.

Por muito tempo eu me enganei, achando que não tinha problemas com autoestima. Eu sempre me achei bonita e ponto final. Mas aqui e acolá eu encontrava alguém que não enxergava em mim a beleza que eu achava que eu tinha, e isso me abalava profundamente. Me desestruturava de um modo que eu não conseguia simplesmente ignorar e eu queria me forçar a entender o motivo daquela pessoa não me achar tão bonita quanto eu me achava e, de repente, eu já estava começando a achar que eu não era tão bonita assim. Depois de muito tempo, eu entendi que se amar não é só saber que é bonita, mas se aceitar e entender que você é o que é, independente do que os outros enxergam em você. E é importante lembrar que a autoestima não está somente em aceitar e amar a si mesmo, a gente demonstra amor próprio quando entendemos que as nossas diferenças são especiais e quando abraçamos as diferenças dos outros também. Enxergar beleza no próximo, é transbordar beleza de você mesmo e não tem nada melhor do que isso.

Hoje eu posso dizer que eu sou bonita  de todas as formas. Sou bonita porque me olho no espelho do jeito que sou, com todas as minhas falhas e não desejo mudar isso. Sou bonita porque não deixo que ninguém abale a confiança que eu mesma construí. Sou bonita porque eu me amo assim e nada no mundo pode mudar isso.

Você é bonita, e no dia que você perceber isso, todo mundo ao seu redor vai perceber também.

Postado por:
Maria Helena

Postado em: Textos

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agosto 19, 2016

Olár, pessoas que gostam de assistir produtos audiovisuais finalizados de longa duração para a indústria cinematográfica! ♥

Estou aqui nesta bela tarde de Sexta-Feira para dar a minha humilde – porém bastante crítica – opinião sobre o filme do momento: Suicide Squad, ou como nos referimos aqui no Brasil: Esquadrão Suicida. Eu sei… eu sei que o filme já estreou há  duas semanas e todo mundo já está cansado de falar sobre ele, mas como eu sou atrasadinha, demorei um pouco pra assistir. E depois de ouvir tantas críticas (ruins, por sinal) de um filme que eu esperei tanto tempo para ser lançado, nada mais justo que eu venha aqui no bloguinho dar minha opinião também, não é mesmo? Bom, antes tarde do que nunca! E se você ainda não assistiu o filminho, devo alertá-lo que sim, este post contém MUITOS SPOILERS. Não digam que eu não avisei! Haha

Bom, basicamente Esquadrão Suicida se trata do governo dos EUA escolhendo um grupo seleto de vilões inacreditáveis (a maioria destes capturados pelo Batman) para combater problemas que o governo não é capaz de resolver sozinho. Em troca, é claro, de privilégios. O próprio diretor, David Ayer (A Face Oculta da Lei, Corações de Fero, Velozes e Furiosos e etc) descreveu o filme como uma versão de Os 12 Condenados (Robert Aldrich) com vilões da DC Comics.

PERSONAGENS

Começando pela aclamada Amanda Waller (Viola Davis) porque sim, finalmente alguém acertou na personagem e finalmente temos uma Amanda Waller decente. Lá na frente temos um pequeno furo, onde os roteiristas escolheram fazer mistério sobre como a personagem escapa do acidente (a mesma coisa com o Coringa). Pode parecer pouca coisa, mas faz muita diferença na trama, senti falta disso e acho que eles poderiam ter construído uma boa cena com essa explicação.

Arlequina, a Dra. Harley Quinn (Margot Robbie) e Pistoleiro, codinome de Floyd Lawton (Will Smith) são, sem dúvida os personagens que dominam o filme, não só pela interpretação magnífica dos atores, mas pela construção dos personagens. Esta versão da Arlequina, que foi até um tanto criticada pelo novo visual, conquistou não só o público em geral como o grupo seleto de fãs da DC que já admirava a versão clássica da personagem. É uma personagem que conseguimos entender perfeitamente durante o filme e traz uma interessante transição da Arlequina extrovertida, sexy e engraçada pra Arlequina que louca foi abusada e se tornou dependente do seu romance com o Coringa. Uma ótima personagem que trouxe as melhores partes de alívio cômico para o filme.

Seguindo a mesma linha, o Pistoleiro foi também um personagem muito bem explorado. Cínico, cheguei até a me perguntar se eu estava assistindo Will Smith interpretar ele mesmo. Infelizmente, observei uma gafe que, pra mim, foi imperdoável… durante a construção do personagem, percebemos que a relação dele com a filha era a coisa mais importante que ele possuía, porém, mais na frente, temos uma cena onde a personagem Magia cria uma ilusão, fazendo com que os vilões enxerguem os seus maiores desejos, e o desejo do Pistoleiro é MATAR O BATMAN? Não sei se confundiram o Pistoleiro com o Coringa neste momento, mas senti que tudo o que haviam construído para o personagem até ali, foi ignorado.

Bom, o que dizer dos outros integrantes do esquadrão? Nada. Exatamente! Graaaaande erro não trabalhar os outros vilões. Crocodilo, o Waylon Jones (Adewale Akinnuoye-Agbaje); Diablo, o Chato Santana (Jay Hernandez); Amarra, o Christopher Weiss (Adam Beach); Capitão Bumerangue, o George Harkness (Jai Courtney)… achei triste ver que, no início, eles fizeram tanta questão de descrever os personagens e depois os deixaram totalmente de lado. Por favor, né? A gente não quer conhecer os personagens lendo fichinhas sobre eles no início do filme, a gente quer conhecê-los assistindo ao filme! Acho que esta é uma das partes que mais frustra os fãs da DC: personagens que são tão bons nas HQ’s e que em live action se tornaram só mais um bando de soldados do Rick Flag (Joel Kinnaman). O mesmo eu posso dizer da Katana, a Tatsu Yamashiro (Karen Fukuhara) que tem uma origem de tirar o fôlego, mas que foi totalmente esquecida ao longo do filme. Dou R$10,00 pra quem lembrar dela falando no filme!

Agora, por favor, a pior coisa do filme pra mim foi a Magia, a June Moone (Cara Delevingne). Gente??? Além de deixarem muitas pontas soltas sobre a própria personagem e também sobre o romance June e Rick, o que foi essa escolha da Magia como antagonista? Me diz! Por favor, parece que resolveram jogar tudo para o alto e pensaram “ah, vamos focar nos personagens que todo mundo já gosta e meter um vilãozinho meia boca, com uma história clichê de uma máquina que fica no centro da cidade e vai destruir tudo.” Eu fiquei até com vergonha alheia quando percebi o que eles estavam fazendo com o filme…

Agora, por último e mais importante… o Coringa do Jared Leto! Hahah Eu sei que esta é a questão mais polêmica do filme porque fã que é fã idolatra o Coringa do Heath Ledger e ponto. Mas vamos lá… não, eu não achei legal o ver o Coringa todo tatuado como se o personagem realmente fosse ficar parado numa cadeira fazendo tatuagens, achei ele meio cafetão sim, achei ele um pouco superficial e vaidoso demais sim! E me dói ver tanta menina apaixonada pelo personagem e pouca gente de fato com medo do que é, sem dúvidas, o MELHOR vilão do universo de HQ’s! Infelizmente tiraram um pouco daquele medo que o Coringa provoca na gente, mas não acho de maneira alguma que o ator tenha culpa nisso. Inclusive, acredito que, mesmo com a quantidade massiva de cortes que a Warner fez, o Jared teve uma atuação espetacular. O fato é: estou aceitando que este Coringa não é o mesmo que o Ledger interpretou ou vários atores antes dele. Ele foi recriado e eu realmente acredito que ele tem muito potencial pra se tornar um Coringa muito interessante, mas o filme não deu oportunidade pra que isso acontecesse. Apesar de tudo, achei muito interessante essa nova pegada do personagem e acho que estão no caminho certo quando não misturam o Coringa com os demais vilões, até porque a motivação dele é muito diferente. Então, vamos esperar que venha por aí um filme onde o Jared não seja tesourado e posso realmente apresentar um Coringa como ele deve ser.

Ok, eu já falei demais então vamos para o veredito…

O roteiro do filme não é bom: continuidade ruim, muitas pontas soltas, enredo secundário um pouco perdido, cenas de virada bruscas demais e muuuuitas cenas cortadas ao ponto de dar até pra perceber isso no meio do filme. Por outro lado, a direção de arte e a trilha sonora são de fazer o queixo cair, o que me faz pensar ainda mais que eles se apoiaram demais nisso e deixaram o resto se perder.

Gostei da mudança de alguns personagens clássicos para alcançar um público maior e acho que isso não faz mal, me desculpe se você odiou! Hahaha Porém, percebam que Esquadrão Suicida deveria ser um filme sobre VILÕES e tudo o que a gente vê é todo mundo falando “somos vilões, somos vilões”, só faltou eles realmente agirem como vilões, não é mesmo? Porque, olha… tiveram momentos que eu até esqueci que aquele pessoal é do mal.

Sinto que a história toda se tornou muito genérica e que ninguém sabia se o filme ia ser engraçadinho ou sombrio e acabaram se perdendo no meio, o que deixou o filme sem muita identidade. A verdade é que o filme é divertido, mas não atingiu as expectativas (principalmente as expectativas de quem conhece bem a DC) e, sinceramente? Isso não basta.

Bom… assista ao filme e tire suas próprias conclusões. Eu até assistiria de novo só pra me divertir, mas olha… a DC e a Warner vão ter que se esforçar mais um pouquinho (ou bastante) da próxima vez!

NOTA: 

Postado por:
Maria Helena

Postado em: Cinema

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agosto 02, 2016

Cansei de te ouvir dizer “eu te avisei”

Não preciso de ninguém pra me lembrar

Eu sou a primeira a assumir que errei

Agora já foi, já percebi, pode deixar

 

Admito que estou até cansada

Me repito nas coisas mais banais

Errei tanto que não sobrou quase nada

Das escolhas quase sempre irracionais

 

Cada erro é um tapa na minha cara

Pra me lembrar que eu já tinha errado antes

Cada acerto é um tapa na minha cara

Pra me lembrar que eu erro a todo instante

 

E de novo vem você “eu te avisei”

E esse discurso de “se cuida, dessa vez”

Já ouvi tanto que confesso, até cansei

Desse olhar de “o que foi que você fez?”

 

Me avisou? Já entendi, já escutei

E  pensei “desa vez eu vou parar”

E por um tempo até confesso que parei

Mas voltei logo só pra te ouvir me avisar

 

Postado por:
Maria Helena

Postado em: Textos

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