maio 05, 2013

Sou uma bagunça, sim, uma bagunça. Mas não uma bagunça arrumada, daquelas em que sempre se sabe onde encontrar o que quer. Não sou uma bagunça proposital, sou uma bagunça muito confusa, uma bagunça catastrófica. E desde que percebi que sou uma bagunça tenho tentado me arrumar, mas quem disse que eu posso? Sou essencialmente bagunça e todas as vezes em que arrisco me organizar, deixo de existir. Só existo assim: errada, caótica, confusa, perdida no meu próprio desespero.

Acabo aceitando esta sina… cada um tem sua forma singular de existir, a minha é esta, a bagunça. E que fique bem claro: minha existência me sobra.

Maria Helena, mas pode me chamar de bagunça.

Postado por:
Maria Helena

Postado em: Textos

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